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sábado, 29 de outubro de 2011

Philippe Gilbert é o melhor ciclista de 2011

Gilbert recebe o troféu de melhor do ano. Foto: VeloNews
Philippe Gilbert, que defendeu a Omega Pharma-Lotto em 2011 e que se trasferiu para a BMC à partir da próxima tempora, foi homenageado nesta quinta-feira (27) durante a quinta edição do Fórum Internacional de Paz e Esporte, realizado em Mônaco, como o vencedor do UCI WorldTour 2011.

"Estamos orgulhosos de entregar esse troféu para Philippe Gilbert, que atingiu uma excelente temporada, em especial, com suas cinco vitórias no WorldTour e uma etapa do Tour de France", disse Pat McQuaid, presidente da União Ciclística Internacional (UCI).

McQuaid ainda complmenteou: "Era uma grande oportunidade para homenagear Gilbert durante o Fórum Internacional de Paz e Esporte porque o esporte trasmite mensagens positivas para a construção de uma paz sustentável em lugares mais vulneráveis em todo o mundo".

"Gilbert é um bom embaixador em sua bicicleta e fora das corridas. Por exemplo, durante a conferência de juniores organizado pela UCI dois dias antes do Campeonato Mundial de estrada, nós convidamos Gilbert para falar com os jovens ciclistas. É importante que um atleta saiba também como porta-voz.", finalizou o mandatário da UCI.

Por sua parte, o belga disse que estava contente por faturar o WorldTour.

"Esta temporada tem sido como um sonho. Comecei o ano com dois objetivos: pegar esse título de número um do mundo e ter vitórias em grandes clássicas. Vencer este prêmio é a coroação de uma grande batalha", disse o melhor ciclista do mundo neste ano.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

"Sempre disse que não era favorito neste percurso", explica Philippe Gilbert sobre desempenho no Mundial

Gilbert terminou na discreta 17ª colocação. Foto: Steephill/Sirotti
Apelidado de "rei das clássicas", Philippe Gilbert (Bélgica) teve uma participação discreta no Mundial disputado neste domingo (25) na capital dinamarquesa, Copenhagen. Com apenas a 17ª colocação, Gilbert foi nada combativo durante toda a prova, fugindo de suas características que o fizeram ficar famoso por ganhar as competições de um dia. O melhor ciclista da Bélgica foi Jurgen Roelandts, finalizando na quinta colocação.

"Sempre disse que não era favorito neste percurso, o que acabou se confirmando", disse o belga ao jornal La Dernière Heure.

"Queriamos fazer uma corrida disputada, mas os britânicos e os alemães mantiveram as coisas sob controle. Eu percebi que era impossível fugir e assim disse ao Jurgen (Roelandts) para tentar a sorte. Talvez fosse necessário correr juntos para conseguir um resultado um pouco melhor. Seu quinto lugar não foi ruim, mas poderiamos ter feito melhor", declarou.
Roelandts soube ser realista após a prova e disse que não dava para ganhar com Mark Cavendish, Matthew Goss e Andre Greipel na disputa, mas reconheceu que seu resultado poderia ser melhor.
"O final foi caótico, quase cai duas vezes. Apesar de ter conseguido voltar e me encaixar na roda de Cavendish, mas depois Goss me bloqueou e tive de diminuir o ritmo e diminuir uma marcha, o que me custou a chance de uma medalha", lamentou.

Finalizando, o quinto melhor ciclista do Mundial reconheceu o trabalho da Grã Bretanha e os felicitou. "Só posso parabenizar a equipe britânica, que fez uma corrida fantástica", disse.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Em casa Philippe Gilbert faz a festa e vence o GP de Wallonie

Com folga de 2'' Gilbert coloca na conta mais uma clássica. Foto: Isabelle Duchesne/Cycling News

Confira o vídeo com os melhores momentos:

O campeão belga recebe os merecidos prêmios após a conquista. Foto: Isabelle Duchesne/Cycling News


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Philippe Gilbert confirma fama de "rei das clássicas" e vence GP de Québec (vídeo)

Gilbert comemora vitória no Canadá. Foto: Veloimages/Steephill
 
Confira o vídeo com os melhores momentos:

domingo, 21 de agosto de 2011

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

terça-feira, 2 de agosto de 2011

domingo, 31 de julho de 2011

Philippe Gilbert vence clássica de San Sebastián

O campeão belga de estrada, Philippe Gilbert (Omega Pharma-Lotto) conquistou o título da prova clássica de San Sebastian, no País Basco, Espanha. O belga conquistou seu 9º título de clássicas na carreira, e a 4ª só em 2011.


Além de San Sebastian, Gilbert saiu em primeiro no podium em 2011 na Amstel Gold Race, na Holanda; La Flèche Wallone, na Bélgica; e a Liège-Bastogne-Liège, também na Bélgica. Além das referidas competições, o atleta da equipe Omega Pharma-Lotto ainda tem pela frente a Paris-Tours, na França, aonde tem dois títulos, e o Tour da Lombardia, na Itália, na qual é o atual bi-campeão.

Gilbert recebe os beijos da vitória com o tradicional chapéu da região. Foto: Sikotti
Com 234 km, o percurso contou com seis metas de montanha, sendo uma de categoria 3, três de categoria 2 e duas de categoria 1, além de sete metas volante.

Após quatro semanas de chuva na região do País Basco, o sol deu as caras no sábado (30/07) para a realização da 31ª edição da Clássica de San Sebastián.


A primeira fuga do dia foi formada por Julian Sanchez (CajaRural), Matt Brammeier (HTC-Highroad), o brasileiro Murilo Fischer (Garmin-Cervélo), Klas Lodwyck (Omega Pharma-Lotto), Eloy Ruiz (Andalucia-Caja Granada) e karsten Kroon (BMC), por volta do km 10. A diferença dos desgarrados chegou a ser de 10'00'', no máximo.


Uma novidade no percurso, desde o ano passado, foi a inclusão de uma seguda escalada ao Alto de Jaizkibel (categoria 1) e o Alto de Arkale (categoria 2). A intenção da organização seria "animar um pouco mais a competição".


Segundo Philippe Gilbert, os ciclistas sobem menos agressivos na primeira escalada a dupla de montanhas, guardando-se para a derradeira subida ao Arkale, faltando 15 km para a meta final, dando uma oportunidade a mais a quem está atrás do grupo da frente a se recuperarem.


Na segunda passagem pelo Jaizkibel, Kroon e Murilo Fischer foram os únicos da fuga inicial a ainda resistirem na ponta da prova.


Samuel Sanchez (Eukaltel-Euskadi) foi o primeiro favorito a atacar no jaizkibel, buscando os escapados. Carlos Barredo (Rabobank) deu uma resposta rápida e seguiu o atleta basco.


Faltando aproximadamente 10 km para o final, um grupo com 10 ciclistas se formou, abrindo 55'' de vantagem. Barredo tentou um ataque, abriu uma boa vantagem, mas mão obteve sucesso e foi pego pelos nove perseguidores.


Gilbert sabia que seria difícil bater Greg Van Avermaet (BMC) em um sprint, então decidiu arriscar e atacar. O belga não foi superado por seus adversários e venceu sua primeira clássica de San Sebastián em um tempo de 5h48'52''. Carlos Barredo chegou 12'' depois, em segundo e Van Avermaet foi o terceiro 14'' atrás.




Podium com o campeão Gilbert (centro), segundo Barredo (esquerda) e terceiro Van Avermaet (direita). Foto: Susi Goetze/Cycling inside



fonte: Cycling News e Velo News

sábado, 2 de julho de 2011

1ª etapa: Passage du Gois - Mont des Alouettes


O Tour de France 2011 teve um início diferente das últimas edições, com uma etapa de estrada, em linha, diferente dos prólogos ou contras-relógio que habitualmente abrem os trabalhos na maior competição ciclísitica de estrada do mundo.

Uma etapa plana, de 191 Km entre Passage du Gois e Mont des Alouettes, com uma elevação máxima de 257 metros, no km 174 e o final da etapa acontece em uma pequena subida catalogada como meta de montanha de categoria 4 de 2,2 km e 4,7% de inclinação média na chegada, no Mont des Alouettes. A meta intermediária de sprinter localiza-se no km 87, em Avrillé.


Não se esperava muita coisa da etapa inicial do Tour de France. Uma fuga com três atletas, Roy Jéremy (FDJ), Lieuwe Westra (Vacansoleil-DCM) e Perring Quemeneuer (Europcar), tentaram se aproveitar do pelotão preguiçoso até o final da etapa. Nesta ordem dita acima passaram os três na meta intermediária de sprinter, conquistando pontos verdes. Na briga pelo restante dos pontos no pelotão, dois importantes nomes que brigaram pela camisa verde até a última etapa em 2010, Mark Cavendish (HTC) e Alessandro Petacchi (Lampre) pontuaram pouco, 5 e 4 pontos, respectivamente.

O rítimo de passeio do pelotão, quase sempre encabeçado pela Omega Pharma Lotto, possibilitou a fuga abrir uma vantagem de mais de 5 minutos, porém, com a chegada da parte final o pelotão apertou o rítimo para buscar os escapados, e sem muito esforço, com 20 km para a chegada não existia mais fuga.

Mas algo totalmente inesperado ainda estava por acontecer. Faltando 9 km para chegar no final da etapa em Mont des Alouettes, o pelotão se encontrava inchado e sobre uma estrada estreita, um dos ciclistas da ponta acabou acertando um espectador que se encontrava na margem da estrada e gerou um efeito dominó de seguidas quedas. Alguns atletas que se encontravam a frente do local da queda, como Andy Schleck, seguiram normalmente e os que vinha atrás e não se envolveram na série de tombos acabaram perdendo muito tempo e um desses que ficaram para trás era Alberto Contador, da Saxo Bank.


Após o acidente, o grupo que restou na frente acelerou o máximo para abrir a maior vantagem possível sobre os tantos que ficaram para trás. No último quilômetro da prova o campeão belga Philippe Gilbert, da Omega Pharma Lotto, deu seu derradeiro ataque abrindo bastante vantagem para seus perseguidores. Cadel Evans, da BMC, tentou acompanhá-lo, mas não conseguiu e  a vitória ficou com o belga, que assim sendo, chegou com 3 segundos de vantagem para Evans e acumulou as camisas amarela, verde e branca de bolinhas.